Plano de retomada: Caroline Varela de Paula

Manter o foco na prevenção com um plano de retomada consciente durante uma pandemia, digamos que é um dos maiores desafios para a Segurança do Trabalho nesse meio século desde a criação das Normas Regulamentadoras.

Plano de retomada
Plano de retomada

Estamos diante de um marco na história mundial e na vida de tantas pessoas, a esperança persevera e expectativas precisam ser criadas para retomarmos nossas vidas, tanto pessoal quanto profissional e como o pilar do planejamento da retomada das atividades está a Segurança do Trabalho.

Durante esses 100 dias essa área chave da empresa tem trabalhado arduamente e se tornando cada dia mais humanizada. Os colaboradores perderam a cordialidade do Prezado e Prezada e ganharam um “João, como está você e sua família?”.

Acredito que esse desafio já vem sendo vencido elevando a Segurança do Trabalho a ser mais respeitada por todos e com uma visibilidade maior em todos os ramos de atividades. Com a retomada o trabalho será triplicado, mais rigoroso e vistoriado, pois o novo coronavírus deve ser considerado como presente em todos os ambientes de trabalho, porém nossas regras serão mais compreendidas, cumprindo a missão de sempre que é garantir saúde e segurança do trabalho de todos os profissionais.

 

Plano de retomada: Caroline Varela
Caroline Varela
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O que é um laudo de periculosidade e qual é a sua importância

O que é um laudo de periculosidade e qual é a sua importância

Há muitos documentos relacionados à saúde e à segurança que são fundamentais para a criação de um ambiente de trabalho confortável e seguro. Um deles é o laudo de periculosidade. Mas você sabe do que se trata esse documento? Qual é a sua importância? Neste texto, vamos responder a essas e a outras perguntas sobre o assunto. Continue com a leitura para aprender mais!

O que é um laudo de periculosidade e qual é a sua importância
Fonte: Freepik.

Entendendo o que é um laudo de periculosidade

Para entender o que é um laudo de periculosidade, é preciso definir a palavra “periculosidade”. De acordo com o dicionário, trata-se da “característica ou condição do que é periculoso; particularidade de perigoso”.

Desse modo, podemos observar que a periculosidade tem a ver com o perigo. Assim, no contexto de segurança do trabalho, quando falamos de periculosidade, estamos falando do nível de risco que um local de trabalho oferece aos funcionários que nele atuam. Atividades com um alto nível de periculosidade, portanto, apresentam também um alto nível de risco.

E quais são esses riscos? Bem, a Consolidação de Leis Trabalhistas, também conhecida como CLT, prevê os seguintes:

  • Energia elétrica;
  • Inflamáveis;
  • Explosivos;
  • Roubos e outras formas de violência física, no caso de atividades de segurança pessoal ou patrimonial;
  • Trabalho em motocicleta.

Sendo assim, ficam claras as situações nas quais existem fatores de risco que precisam ser levados em conta e examinados. E, para fazer isso, é necessário um documento que determine quais são esses riscos. Esse documento é o laudo de periculosidade, e sua formulação é essencial para a criação de um ambiente de trabalho sem perigos para os trabalhadores.

Saiba como fazer um laudo de periculosidade

Diante disso, fica claro que a importância do laudo de periculosidade não pode ser subestimada. Mas como elaborar esse tipo de documento? A seguir, vamos citar algumas medidas que são cruciais para a construção de um laudo de periculosidade.

Identifique as áreas de risco

Conhecer os fatores de risco de um ambiente não basta. Também é preciso que você saiba quais são as áreas específicas que oferecem aquele risco, para delimitá-las de maneira clara para os seus funcionários. Fotografias são muito úteis na hora de obter essas informações.

Examine as possibilidades de reduzir ou eliminar os riscos encontrados

Um laudo de periculosidade não serve apenas para listar riscos. Ele também serve para encontrar maneiras de diminuir ou eliminar esses riscos, trazendo maior segurança para os funcionários que atuarem na área. Para fazer isso, o ideal é optar por equipamentos de proteção (que podem ser de proteção coletiva ou individual, os EPCs ou os EPIs) e outras medidas de segurança do trabalho.

Não se esqueça de incluir a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)

A Anotação de Responsabilidade Técnica, também conhecida como ART, é uma parte do documento que deve ser incluída depois que ele for redigido e revisado. Ela é assinada por um engenheiro de segurança do trabalho que, ao fazê-lo, assume a responsabilidade pelas informações que estão expostas naquele documento.

Lembre-se que, em conjunto com o laudo, devem ser anexados todos os documentos que ajudaram na sua elaboração, tais como fotos e arquivos. Finalmente, é importante saber que o documento final não deve ser absoluto. Ao invés disso, ele deve ser revisado e atualizado sempre que qualquer coisa afetar as condições em que ele foi originalmente redigido.

Contrate uma empresa especializada em segurança do trabalho

Agora que você já sabe o que é um laudo de periculosidade e qual é a sua importância, é hora de tomar medidas práticas para melhorar a segurança do trabalho da sua empresa. E, para fazer isso, é uma boa ideia contar com a ajuda de uma companhia especialista no assunto, como a Infotec Brasil.

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Mapa de riscos

O que é um mapa de riscos

Um mapa de riscos é um elemento muito importante para se entender. Ainda mais, quando o assunto é a segurança do trabalho. Mas do que se trata esse conceito? Como se faz um mapa de riscos? Quais são as funções práticas que esse instrumento desempenha para tornar o ambiente de trabalho mais seguro para os funcionários? Neste artigo, vamos responder a essas e outras perguntas sobre o assunto. Continue com a leitura para esclarecer todas as suas dúvidas a respeito do papel do mapa de riscos na segurança do trabalho.

O que é um mapa de riscos
Fonte: ShutterStock

Entenda o que é um mapa de riscos e qual é a sua origem

Como o próprio nome já sugere, um mapa de riscos é uma avaliação e apresentação dos riscos que existem em um determinado ambiente de trabalho. Trata-se, portanto, de uma representação gráfica dos perigos que o local onde as funções dos trabalhadores serão exercidas pode oferecer.

Normalmente, ele é apresentado de maneira muito específica. A base utilizada é a planta do ambiente de trabalho. Dessa forma, o mapa é traçado através de círculos de cores e tamanhos diferentes de acordo com o risco oferecido por cada ponto do layout do local.

A origem desse instrumento de análise se deu por volta dos anos 60, na Itália. Ela foi gerada pelo movimento sindical italiano. Eles estavam buscando controlar os riscos de um ambiente de trabalho. Por isso, apresentaram um modelo próprio do mapa de riscos. A partir disso, criou-se o que ficou conhecido como o modelo operário italiano, no qual o mapa de riscos era produzido não apenas pelos empregadores, mas também pelos funcionários. Essa cooperação permitiria que todos os riscos fossem de fato reconhecidos, levando em conta a perspectiva dos trabalhadores que estariam em campo lidando com os mesmos.

O modelo só viria a chegar no Brasil na década de 80. Então, em 1992, através da portaria DNSST nº 5, ele se tornou uma medida obrigatória por lei. Assim, de acordo com a portaria, “caberá ao empregador: (…) realizar o mapeamento de riscos ambientais, afixando-o em local visível, para informação aos trabalhadores expostos”. A partir desse momento, então, fazer um mapa de riscos se tornou uma obrigação do empregador. Nascia, ali, um dos mais importantes elementos para a segurança de trabalho brasileira.

Qual é a função de um mapa de riscos e quem o elabora

A função de um mapa de riscos pode ser resumida em uma palavra: Conscientização. Essa é a ferramenta que permite que os funcionários sejam devidamente informados dos riscos de suas funções, o que ajuda muito na prevenção de acidentes de trabalho. Afinal, tendo consciência dos riscos, os trabalhadores ficam mais preparados para agir da maneira correta se algo fora do previsto acontecer.

Quanto à questão de quem elabora o mapa de riscos, a portaria determina que essa responsabilidade cai sobre o empregador. Mais especificamente, a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) da empresa deve trabalhar em conjunto com o SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) ou com outras empresas especializadas para formular essa ferramenta.

A formulação do mapa de riscos em si é um exercício de análise e observação. Deve-se conhecer bem o terreno do local de trabalho, bem como os processos que serão realizados nele, e detectar todos os agentes de risco presentes no ambiente. Além disso, é preciso se encarregar a higienização do local e de medidas preventivas contra cada tipo de risco.

É possível contratar uma empresa especializada em segurança do trabalho para formular o mapa de riscos que você precisa. A Infotec Brasil, por exemplo, é uma ótima opção. Visite o site da empresa para obter mais informações.

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Segurança, meio ambiente e saúde para empresas de energia

Você sabe o que é um sistema SMS? Compreender essa sigla é crucial para entender qual é a importância de elementos como segurança, meio ambiente e saúde para empresas de energia. Afinal, é nesse tipo de sistema que esses fatores normalmente estão inseridos. Por conta disso, vamos falar sobre como saúde, segurança e meio ambiente atuam na área das empresas de energia.

Segurança, meio ambiente e saúde para empresas de energia
Fonte: ShutterStock

O que é um sistema SMS

Um sistema SMS é, na área de segurança do trabalho, um sistema integrado de gestão, também é conhecido pela sigla SIG. Esse é um sistema que busca gerenciar e administrar todos os elementos relacionados a determinados setores da empresa. E, dessa forma, administrá-los em conjunto (daí a integração).

No caso de um sistema SMS, os elementos englobados no sistema são segurança, meio ambiente e saúde. E, eles são fatores essenciais para o sucesso de qualquer empresa. Apesar disso, muitas pessoas não sabem bem a que eles se referem. Especialmente dentro do ambiente de trabalho. Vejamos, então, um por um:

  • Segurança: Item voltado para assegurar a proteção e a segurança do funcionário durante a realização dos procedimentos necessários. Além disso, refere-se também à garantia da integridade e segurança de equipamentos utilizados e processos realizados.
  • Meio ambiente: Item voltado para minimizar o impacto das atividades da empresa nos elementos da natureza, como água, ar ou solo. Voltado para a proteção da fauna e da flora sem afetar a produtividade da empresa.
  • Saúde: Item voltado para garantir o bem estar mental e físico dos funcionários. A saúde dos trabalhadores é essencial para o bom funcionamento dos processos e o crescimento da empresa.

Entendendo o significado de segurança, meio ambiente e saúde para empresas de energia

Uma vez que você entende o que é um sistema SMS e no que ele consiste, podemos nos voltar para a forma com que ele é aplicado e funciona em uma área específica. Nesse caso, colocamos a questão: Como funciona um sistema de segurança, meio ambiente e saúde para empresas de energia?

A resposta para essa pergunta tem a ver com o modo de funcionamento e o objetivo principal de empresas de energia. A questão da produção de energia é um tema muito delicado. Ele levanta muitos debates principalmente no que se refere aos impactos ambientais. Por volta da década de 70, essas questões começaram a ser muito cobradas pelo público. E, por isso, culminou na fundamental Conferência de Estocolmo, em 1972.

Colocava-se, então, o problema de melhorar a relação do homem com o meio ambiente. Isso referia-se principalmente à empresas de energia, que trabalham com óleo e gás, dois elementos que podem ser muito prejudiciais para a natureza.

Desse modo, fica evidente a necessidade de um sistema de gestão que possa monitorar os processos de produção de tais empresas. É aí que entra o SMS.

Mas a questão da integração também é importante. Afinal, o SMS não evita apenas impactos ambientais. Ao zelar também pela segurança e pela saúde na empresa, ele garante seu funcionamento eficaz. Como sistema, então, ele adota uma visão preventiva em que ele examina os processos de uma companhia e detecta detalhes que podem ser responsáveis por problemas atuais ou futuros para poder corrigi-los. Desse modo, situações como acidentes no ambiente de trabalho podem ser evitadas.

E aí, quer saber mais sobre segurança, meio ambiente e saúde para empresas de energia? A Infotec Brasil é uma empresa com experiência de 30 anos de mercado que lida com sistemas integrados de gestão e segurança do trabalho. Os serviços oferecidos buscam sempre otimizar a performance da sua empresa. Quer saber mais sobre o nosso trabalho? Entre em contato pelo nosso site!

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Entenda a diferença entre aspectos e impactos ambientais

À primeira vista, aspectos e impactos ambientais podem soar como a mesma coisa, mas, na verdade, referem-se a conceitos diferentes. Desse modo, para uma organização atender aos requisitos de gestão ambiental estabelecidos pela norma ISO 14001, de 2015, é necessário compreender os significados de ambos os termos. Neste artigo, portanto, você entenderá essa diferença. Confira!

Entenda a diferença entre aspectos e impactos ambientais
Fonte: Freepik.

O que é aspecto ambiental

O aspecto ambiental é um elemento de um produto, atividade ou serviço de uma organização que interage com o meio ambiente de alguma forma. Essa interação pode gerar consequências de diversos tipos, sejam elas boas ou ruins. Ou seja, o aspecto ambiental é uma causa de determinados resultados ambientais.

O que é impacto ambiental

Já o impacto ambiental, por sua vez, é precisamente a consequência que surge por conta do aspecto. Assim, os impactos ambientais são as formas como os aspectos ambientais de uma organização ou empresa afetam o meio ambiente. São, portanto, efeitos diretos dos aspectos ambientais.

Para compreender melhor essa diferença, basta pensar em exemplos. A produção de emissões atmosféricas, por exemplo, é um aspecto ambiental, pois é parte de uma interação que se estabelece entre meio ambiente e empresa. Desse modo, os impactos ambientais em questão seriam as consequências diretas dessa interação, como a mudança de qualidade do ar.

Fazendo o levantamento de aspectos e impactos ambientais

Uma vez que você entende a diferença conceitual entre aspectos e impactos ambientais, é preciso descobrir como se avalia isso na prática. Afinal, como descobrir se um elemento é um aspecto ou um impacto ambiental?

A melhor forma de fazer isso é através de uma metodologia comparativa, em colunas. Isso porque, como os aspectos ambientais causam os impactos, só é possível compreender a natureza de um em relação ao outro.

Cria-se, então, uma matriz na qual as características de cada elemento são comparadas. Com isso, é possível observar qual elemento é um risco e qual é um dano, e, com isso, classificá-lo como aspecto ou impacto.

O ideal é identificar os riscos ambientais de uma operação com antecedência, para então agir para minimizá-los o máximo que for possível. Dessa maneira, você pode, por consequência, diminuir os impactos ambientais de forma significativa.

Conheça o índice de risco ambiental (IRA)

Através do levantamento de aspectos e impactos ambientais, pode-se calcular o IRA, ou índice de risco ambiental, de um procedimento. Ele é calculado com base nos seguintes fatores:

  • G, que se refere à gravidade do impacto;
  • O, que se refere à ocorrência da causa;
  • D, reference ao grau de detecção;
  • F, referente à facilidade da implementação da ação corretiva.

Ou seja, utilizando a média desses fatores, é possível chegar no IRA, e, com ele, construir uma estratégia de minimização dos impactos ambientais adequada. Isso porque o IRA permite que você entenda quais elementos oferecem o maior risco, o que torna mais fácil estabelecer prioridades.

Por que prestar atenção aos impactos ambientais

Mesmo que você não tenha interesse em um certificado ISO 14001, a atenção aos impactos ambientais é fundamental para a execução de qualquer procedimento da sua empresa. Além de minimizar danos reais ao meio ambiente, esse tipo de planejamento evita muitos problemas futuros para a sua organização.

Desse modo, os benefícios de uma gestão ambiental de qualidade são incontáveis. Isso vale especialmente para empresas que interajam com o meio ambiente de forma mais direta, como as do segmento de óleo e gás.

Por conta disso, é importante investir em uma boa avaliação dos aspectos e impactos ambientais das suas operações. Para isso, a melhor opção é contar com a ajuda de uma empresa que ofereça serviços de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde) de qualidade, como a Infotec Brasil. Para mais informações, visite o site da empresa.

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