Últimos Eventos

A regulamentação da terceirização continua na pauta do Plenário da Câmara dos Deputados a partir de terça-feira (14). Os deputados votarão as emendas e os destaques apresentados ao texto-base do deputado Arthur Oliveira Maia (SD-BA) para o Projeto de Lei 4330/04.

Os partidos que são contra alguns aspectos da terceirização vão tentar mudar, por exemplo, a possibilidade de ela ser usada inclusive para as atividades-fim da empresa contratante. Esse é um dos pontos mais polêmicos, pois os sindicatos temem a precarização da relação trabalhista. Já os defensores argumentam que isso aumentará o número de empregos.

Também poderá ser discutido o tipo de responsabilidade da empresa contratante em relação aos direitos trabalhistas, se ela será subsidiária ou solidária. O texto prevê que será solidária, permitindo ao trabalhador processar a contratante e também a contratada, apenas se a empresa contratante não fiscalizar os pagamentos devidos pela contratada.

Sindicatos

O texto não garante a filiação dos terceirizados no sindicato da atividade preponderante da empresa, o que, na visão dos sindicatos, fragilizará a organização dos trabalhadores terceirizados.

A exceção prevista é quando o contrato de terceirização for entre empresas da mesma categoria econômica. Nesse caso, os empregados terceirizados serão representados pelo mesmo sindicato dos empregados da contratante, seguindo os acordos e convenções coletivas.

Íntegra da proposta:

Site: Câmara Notícias
Data: 13/04/2015
Hora: 9h04
Seção: Política
Autor: Eduardo Piovesan
Link: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/POLITICA/485655-PLENARIO-RETOMARA-VOTACAO-DE-PROJETO-QUE-REGULAMENTA-TERCEIRIZACAO.html

Um estudo realizado pela Jobvite aponta que TI será uma das cinco áreas com maior demanda por profissionais qualificados no próximo ano.

O levantamento faz parte do relatório Social Recruiting Survey, que é feito anualmente para mostrar as tendências no uso das mídias sociais para o recrutamento.

Segundo a pesquisa, 69% dos recrutadores entrevistados esperam que as contratações fiquem mais competitivas nos próximos 12 meses. Para eles, mais contratações devem ocorrer nas áreas de TI (48%), engenharia (38%), operações (49%), marketing (41%) e vendas (50%).

E para localizar os melhores talentos nesses setores, 73% dos recrutadores afirmaram ter intenção de investir em mídias sociais como método de recrutamento para o ano que vem.

Além disso, para se destacar da concorrência, as companhias afirmaram oferecer melhores benefícios, horário flexível, trabalho remoto e salários mais altos aos profissionais.

Mídias sociais como ferramenta para recrutar

As redes sociais estão cada vez mais dominando as áreas de recursos humanos: 93% dos recrutadores afirmam que usam ou planejam usar as redes sociais para encontrar profissionais. E o LinkedIn tem desempenhado um importante papel como ferramenta para buscar talentos qualificados.

De acordo com o relatório da Jobvite, 73% dos recrutadores contrataram candidatos pelas redes sociais, sendo que 79% das contratações foram feitas pelo LinkedIn.

No entanto, é preciso tomar cuidado: 55% dos entrevistados afirmaram já terem reconsiderado um candidato devido ao conteúdo de seu perfil online, sendo que 61% dessas reconsiderações foram negativas.

Os dispositivos móveis também serão importantes aliados dos recrutadores, principalmente para atrair talentos da geração Y. Inclusive, uma pesquisa afirma que 76% dos jovens entrevistados preferem receber oportunidades de trabalho por WhatsApp.

Ao Jobvite, 51% dos entrevistados afirmam que irão investir em mobile para recrutamento nos próximos 12 meses. Atualmente, apesar de 43% de candidatos usarem o celular para procurar empregos, 59% das empresas ainda não investem nada em serviços de carreira para smartphones.

Fonte: Info

 

Três funções relacionam-se a big data. Tratar grandes volumes de dados, contudo, não figura no topo da lista. Veja as habilidades mais requisitadas

O ritmo de criação de novos empregos em tecnologia pode não crescer de forma tão acelerada quanto nos últimos anos. Contudo, a previsão geral é de evolução. Uma pesquisa da Computerworld indicou que 24% dos respondentes afirmaram que suas organizações planejam ampliar os quadros de TI.

De maneira geral, o resultado indica uma busca por profissionais com conhecimento técnico, capazes de suportar um continuo crescimento em estruturas computacionais próprias. A seguir, listamos dez perfis mais procurados de acordo com 194 executivos que responderam ao levantamento.

1. Programadores/desenvolvedores de aplicativos

• 48% dos respondentes revelaram planos para contratar profissionais com essas habilidades nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 1º lugar

Assim como no ano passado e em 2013, os departamentos de TI parecem mais propensos a abrir vagas para programadores e desenvolvedores do que qualquer outra posição. Trata-se de uma habilidade procurada por Blake Holman, vice-presidente e CIO da Ryan LLC, companhia texana de serviços. Como muitos colegas, o executivo procura desenvolvedores capazes de fazer a empresa avançar. Devido a demanda, contudo, ele enfrenta certa dificuldade para encontrar talentos requeridos, principalmente que possuam experiência capaz de lidar com a escala e complexidade das operações de sua companhia.

2. Gerente de projetos

• 35% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 5º lugar

A demanda por gestores de projeto subiu quarto posições dentro do intervalo de um ano, o que não surpreendeu os entrevistados na pesquisa. Devido a um investimento mais baixo nos anos recentes, as companhias procuram por profissionais capazes de olhar sistemicamente para iniciativas de grande porte e que toquem diversas áreas das organizações. A busca é por pessoas que conseguem misturar uma visão de negócios e tecnologias e por profissionais que lideram times em metodologias especificas como ágil, por exemplo.

3. Help desk/suporte

• 30% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 2º lugar

Líderes de TI afirmam que ainda procuram profissionais de help desk e suporte devido a expansão dos projetos em andamento, bem como pela ampliação na lista de dispositivos e aplicações que precisam ser suportados. Iniciativas de consumerização (Byod), por exemplo, vem puxando a contratações nessa linha, se pensarmos que trata-se de um esforço a mais para suportar tanto o volume quanto a variedade de hardware e software que se prolifera dentro das estruturas organizacionais.

4. Segurança/governança

• 28% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 7º lugar

As empresas indicam que gastarão mais dinheiro em segurança nos próximos anos. Não é uma atitude que espanta, uma vez que o mundo foi inundado por informações de que várias empresas foram atacadas por cibercriminosos nos últimos anos. A pesquisa revelou que os departamentos de TI tentam fortalecer suas barreiras, o que justifica essa habilidade profissional passar da sétima para quarta posição dentro de um intervalo de 12 meses.

Cynthia Nustad, vice-presidente e CIO da HMS, empresa que presta serviços para o setor de saúde, reconhece companhias como a que atua verifica expansão no número de ameaças que enfrenta diariamente, o que fez o time dedicado à segurança triplicar nos últimos cinco anos. Agora, ela procura talentos mais especializados. Seu radar aponta para profissionais focados em gestão de incidentes e prevenção de vulnerabilidades. “A demanda por segurança de dados avança e está difícil encontrar pessoas capacitadas”, observa.

5. Desenvolvedores web

• 28% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: não listada

Matt Leighton, diretor de recrutamento da agência Mondo, focada em staff de TI, afirma que profissionais com experiência em desenvolvimento web é a posição mais difícil de ser preenchida. “O fluxo entre a demanda e a disponibilidade não bate. Existe uma grande lacuna entre o que as companhias querem fazer e o que a mão de obra pode executar”, define.

6. Administrador de banco de dados

• 26% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 6ª lugar

Aqui uma profissão sempre necessária (e buscada) pelas empresas. Mas, o barulho ao redor de big data tem puxado ainda mais a demanda por profissionais com essas habilidades. “Ganhamos a capacidade de trabalhar com quantidades massivas de informações, mas ainda não compreendemos ao certo como os bancos de dados devem funcionar nesse contexto”, disse Terry Erdle, vice-presidente de certificações da CompTIA. A consultoria Robert Half divulgou um relatório de tendências há alguns meses que apontou que 52% das empresas norte-americanas veem grande demanda por administradores de BD.

7. Business intelligence/analytics

• 24% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 8º lugar

O interesse latente por transformar grandes volumes de dados em informações úteis ao negócio certamente colocaria ferramentas analíticas e de inteligência entre as dez mais. Esses profissionais vêm sendo mais requisitados para projetos. A expectativa é que isso se mantenha ao longo dos próximos anos.

8. Aplicações e gerenciamento de dispositivos móveis

• 24% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 4º lugar

Como muitos outros executivos de TI, Paul Quinn, CIO da Duke Realty, tenta atender a demanda de aplicativos móveis trazidos por funcionários para o ambiente de trabalho. Para tanto, pretende contratar novos recursos e treinar a equipe atual em desenvolvimento de apps e gestão de dispositivos móveis de forma a dar conta da tarefa que se desenha cada vez mais próxima no horizonte.

9. Redes 

• 22% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 3º lugar

De acordo com uma pesquisa da Robert Half, 57% dos executivos de tecnologia norte-americanos acreditam que administração de redes estará entre as habilidades prioritárias em seus times. Normalmente, as empresas procuram profissionais com experiência em roteamento IP, switch, filtros e firewalls, debugguing, redes ópticas, gestão de infraestrutura e integração de ambientes virtuais.

10. Big data

• 20% dos respondentes planejam contratar profissionais com essa habilidade nos próximos 12 meses.

• Posição no ranking em 2014: 11º lugar

Em setembro de 2014, um relatório intitulado “Fast-Growing Tech Skill” apontou que o número de posições de trabalho direcionadas a grandes volumes de dados cresce acima de 50% ano a ano. Tais demandas, mais do que isso, avançam sobre diferentes indústrias e especialidades. A expectativa é que profissionais com essas habilidades subam alguns degraus nas listas de mais procurados no futuro.

Fonte: ComputerWorld

O site indexador de vagas de emprego Adzuna divulgou um levantamento que indica quais são as tendências para o mercado de trabalho nas áreas de TI e mercado digital.

Para a pesquisa, foram analisadas mais de 27 mil vagas de emprego, usando como base as palavras-chave utilizadas nos anúncios de vagas para o setor.

A partir dessa análise, o portal revela quais lugares mais concentram oportunidades de emprego na área, bem como os cargos mais procurados, as faixas salariais e capacidades mais pedidas pelas empresas. Confira:

1. As cidades que mais contratam

A cidade de São Paulo lidera na lista das que mais empregam profissionais de TI, com 32% das vagas anunciadas na web. Já o Rio de Janeiro fica com 9,95% das oportunidades, seguido por Porto Alegre (9,77%).

2. Os cargos com maior demanda

De acordo com o levantamento, Analista de Sistemas é o cargo com maior demanda no setor, com 34% das vagas anunciadas. O Analista de Programação e Desenvolvimento aparece em segundo lugar no ranking, com 14,49% de procura no mercado, seguido pelo Analista de Suporte Técnico (7,75%). Já Webmaster e Técnicos de Hardware ficam entre os cargos com menor demanda.

3. Competências mais valorizadas

O levantamento também aponta quais são os requisitos mais procurados pelas empresas na hora de anunciar as oportunidades. O domínio da linguagem Java, inglês, certificações e análise de dados estão entre as habilidades mais procuradas nos profissionais de TI brasileiros.

Fonte: Info

Um acordo firmado entre a Softex, o grupo de empresas norte-americanas +Unidos e o British Council possibilitou a inclusão de um curso online de Inglês na plataforma de ensino a distância Brasil Mais TI, um dos maiores projetos mundiais de capacitação gratuita de programadores (MOOC). Organizado em seis diferentes trilhas de aprendizagem, o Learn English tem um total de 256 horas e inclui gramática e escrita, além de atividades de leitura e escuta do idioma, diversos podcasts, vídeos e exercícios.

Os cursos, nos níveis básico e intermediário, podem ser realizados de qualquer computador com acesso à internet. Basta criar uma conta na plataforma, inserir login e senha. “Com ele o aluno pode até mesmo se preparar para prestar o IELTS (International English Language Testing System), o exame de língua inglesa mais popular do mundo e exigido de todos os que desejam estudar ou trabalhar no exterior”, destaca Ana Beatriz Pires, gestora de projeto da Softex.

Segundo levantamento realizado pelo Observatório Softex, unidade de inteligência, estudos e pesquisas da entidade, o déficit de 408 mil profissionais de TI estimado para 2022 pode significar uma perda de receita de R$ 167 bilhões entre 2010 e 2020 para o setor. Outro gargalo significativo da indústria é o domínio precário do inglês, que dificulta o recrutamento.

“A proposta da plataforma Brasil Mais TI é contribuir para mudar esse quadro, despertando a vocação e assim estimulando a entrada de novos profissionais em um setor em franco processo de crescimento e considerado estratégico para o Brasil”, destaca Ana Beatriz Pires.

Acessado em mais de 90 países, o Brasil Mais TI é um projeto inovador desenvolvido pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), sob a coordenação técnica da Softex, e que atua em três pontos essenciais da formação profissional: conhecimento, capacitação e oportunidade. Além do ensino de Inglês, a plataforma disponibiliza mais de 30 cursos, totalizando cerca de 1.500 horas de aula. Seu público-alvo são jovens entre 16 a 23 anos que buscam uma oportunidade no mercado e também os que ainda não sabem que carreira seguir.

Em setembro, o Brasil Mais TI atingiu o recorde de 215 mil cursos concluídos e superou a marca de 114 mil estudantes cadastrados. Para conhecer a oferta de cursos gratuitos e também as novidades do programa visite www.brasilmaisti.com.br

Fonte: ConvergenciaDigital

Rio Info 2014: O maior e mais completo evento da TI brasileira está chegando 

mat-04-09-2014-03

Hoje é o Dia da Informática e, para comemorar a data junto aos profissionais dessa área, a Catho – plataforma online com classificados de empregos e currículos – divulgou uma pesquisa com as 15 profissões mais bem remuneradas em TI.

No topo da lista, o cargo de Administrador de Banco de Dados (DBA) pode chegar a um salário médio de quase 6 mil reais, enquanto isso, o Analista de Processamento de Dados ganha remuneração média de 4 mil reais.

Na 47ª edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios que a empresa realiza, 497 mil profissionais foram entrevistados em 1580 cidades brasileiras.

Além do ranking, especialistas do site de recrutamento também apontam alguns itens que podem ajudar a conquistar uma remuneração mais alta. Fluência em idiomas, qualificações, mestrados e doutorados podem fazer com que o profissional ganhe até 74,7% a mais do que quem possui apenas a formação superior.

Confira a matéria completa aqui.

Fonte: Info

São Paulo – Já pensou em seguir uma carreira em TI e não sabe exatamente por onde iniciá-la? Uma ótima opção para jovens profissionais é trabalhar no help desk de empresas, área que permite evoluir do conhecimento básico de um iniciante até os conhecimentos avançados obtidos pelos analistas de suporte técnico

Além disso, trabalhar com o help desk destaca os colaboradores durante os processos seletivos de outras empresas. Geralmente, este é o primeiro emprego dos iniciantes da área de TI.

Segundo Viviane Silva, gerente de gestão de pessoas e treinamento na Locaweb, a área de help desk exige o mínimo de conhecimento técnico do funcionário, mas não dispensa a necessidade de a pessoa aprimorar e reciclar os estudos com o objetivo de fornecer um atendimento satisfatório ao cliente. Além disso, é comum a corporação realizar testes para comprovar as habilidades dos candidatos e checar também se é possível formalizar a contratação.

O passo seguinte é matricular o colaborador em um curso profissionalizante de curta duração em escolas parceiras ou fornecer o treinamento dentro da corporação. O ideal para todo colaborador é a empresa ensinar técnicas avançadas sobre o serviço ou produto comercializado, além de mostrar a política interna e criar regras de atendimento ao cliente, de acordo com Viviane.

“Algumas pessoas possuem formação técnica em TI, outros são profissionais certificados e com ensino superior completo, mas esta área também contrata pessoas que estudam por conta própria pela internet”, comenta.

Ainda nos primeiros meses, é comum o profissional atender clientes com dúvidas com soluções desconhecidas. Neste caso, Viviane afirma que a melhor solução é perguntar aos funcionários com maior tempo de empresa.

Toda esta bagagem cultural assimilada pelo colaborador ajuda a desenvolver trabalhos futuros na área de tecnologia, segundo Fernando Garcez, gerente de suporte da Liferay Brasil.

A probabilidade de a pessoa usar o conhecimento adquirido com o help desk em outras corporações é grande. “A experiência é sempre um diferencial na hora de decidir a contratação em um processo seletivo. Conhecimento nunca é demais e as empresas podem usar essa bagagem cultural para rever e melhorar seus processos”, comenta.

Para ler a matéria completa clique aqui.

Fonte: Info

No último dia 30 de junho, o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo declarou que a greve dos trabalhadores de TI não foi abusiva e estendeu a todos os trabalhadores os índices dos mais de 500 Acordos Coletivos fechados pelo sindicado da categoria diretamente com as empresas.

O Tribunal determinou 7,5% de reajuste salarial linear; aumento de 8% nos pisos; PLR obrigatória; vale-refeição de R$ 15,00 para jornada de 8h e de R$11,50 para jornada de seis horas, 90 dias de estabilidade para os trabalhadores a partir do julgamento. Todos estes itens são retroativos a 1º de janeiro, ou seja, as empresas que não anteciparam qualquer percentual de reajuste terão de pagar o valor deste período.

Para esclarecer as dúvidas que estão ocorrendo em função dessa decisão judicial, o Sindpd produziu as questões mais perguntadas pelos trabalhadores:

1- O aumento é retroativo?
Sim. Todos os benefícios conquistados devem ser pagos desde 1º de janeiro de 2014.

2- Quando devo receber o aumento?
As diferenças do dissídio deverão ser pagas juntamente com a folha de pagamento do mês de julho.

3- A empresa pode parcelar?
Não se admite o parcelamento, posto que os empresários tiveram tempo de sobra para regularizar esta pendência, mediante acordo coletivo, como fizeram mais de 500 empresas, com o SINDPD.

4- O pagamento do Vale Refeição é retroativo?
Sim. As diferenças do Vale Refeição poderão ser quitadas mediante vales/créditos em cartão social; ou em dinheiro, desde que em rubrica própria na qual haja referência ao Dissídio Coletivo de Greve nº TRT/SP SDC 1000229-73.2014.5.02.0000, sem incidência de Imposto de Renda na Fonte e INSS. O Vale Refeição é devido nas férias e demais interrupções do contrato de trabalho.

5- Quando começa a valer a estabilidade?
A estabilidade de noventa dias começa a ser contada a partir de 1º de julho, dia subsequente ao do julgamento.

6- A empresa é obrigada a pagar o Vale Transporte em dinheiro?
Não. O pagamento do Vale Transporte em dinheiro é uma opção da empresa, não uma garantia do empregado. A empresa pode conceder o vale, ou pagar o valor correspondente em dinheiro. O empregado não pode exigir.

Os pontos principais do julgamento do TRT foram os seguintes:

– Reajuste linear de 7,5%;
– Pisos:

Digitador: R$1.140,00;
Office-boy: R$ 816,00;
Menor função e/ou atividade administrativa: R$908,00;
Menor função e/ou atividade técnica de informática: R$1.264,00;
Help desk: R$ 1.264,00.

– Estabilidade de 90 dias a partir de 30 de junho;
– Vale Refeição de R$15,00 para jornada de 8h e de R$11,50 para jornada de seis horas. Serão 22 vales por mês, inclusive nas férias e demais interrupções de contrato de trabalho.
– Auxílio creche no valor de 40% do salário normativo para trabalhadores com filhos com até 24 meses de idade, e 30% para empregados com crianças de 24 meses e um dia até 60 meses.
– Ausências legais ampliadas para:

05 dias úteis consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que comprovadamente viva sob sua dependência;
05 dias úteis consecutivos em virtude de casamento;
05 dias úteis consecutivos na semana do nascimento ou adoção de filho;
03 dias úteis ou 24 horas fracionadas por ano para levar filho de até 10 anos ao médico;
02 dias úteis ou 16 horas fracionadas por ano para levar os pais médico.

– PLR – As empresas têm um prazo de 60 dias para formar uma comissão de empregados, representantes da empresa e sindicato para formular um plano de PLR para este ano;
– Vale transporte – a empresa poderá optar em fornecer o valor correspondente ao vale transporte em dinheiro, até o quinto dia útil de cada mês.

Fonte: ConvergenciaDigital

A Escola de Ciência da Informação (ECI), por meio do Núcleo de Informação Tecnológica e Gerencial (Niteg), está com inscrições abertas, até 17 de julho, para curso de especialização em Gestão de Informação e Pessoas. As inscrições podem ser efetuadas no site da Fundep. As aulas começam no dia 11 de agosto.

Segundo os organizadores, o mercado de trabalho pede profissionais com visão aprofundada de gestão da informação e do conhecimento, mas que também sejam capazes de manter bom relacionamento interpessoal e ajudar na resolução de conflitos.

O curso tem como objetivo oferecer subsídios para a capacitação desses profissionais e prepará-los para desenvolver atividades que envolvam a relação entre pessoas e informações em ambientes corporativos.

O curso, que oferece 35 vagas, está estruturado em 12 disciplinas, somando 360 horas. As atividades serão desenvolvidas em seminários, discussões em grupo e trabalhos práticos. Entre os ministrantes estão professores da USP, UFRJ e de instituições da França, Estados Unidos e Espanha.

Mais informações no site do NITEG ou pelo telefone (31) 3409-5229.

Fonte: JornalBrasil