O mercado de gás natural no Rio de Janeiro

O mercado de gás natural no Brasil ainda não é tão grande como poderia ser. Em 2018, o gás natural alcançou uma porcentagem de 12% na matriz energética brasileira. O que, apesar de representar um aumento significativo, ainda fica atrás da média mundial, de 25%. Ainda assim, o Brasil possui a segunda maior reserva de gás natural da América Latina, ficando atrás apenas da Venezuela. Mas e quanto ao mercado de gás natural no Rio de Janeiro? Quais são as especificidades regionais que podem influenciar no funcionamento dessa indústria? Nesse artigo, busca-se examinar melhor essa questão. Confira!

O Mercado de gás natural no Rio de Janeiro

Fonte: Shutterstock.

O mercado de gás natural no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é considerado por muitos como o pólo produtor do Brasil. No mercado de gás natural, ele é o maior produtor e consumidor. Por isso, assume um papel protagonista na indústria devido ao seu grande potencial de desenvolvimento.

O Brasil como um todo, entretanto, ainda encara desafios na produção de gás natural. Isso porque o cenário do país é o de um mercado com poucos agentes e com infraestrutura limitada.

É aí que o protagonismo do Rio de Janeiro se torna ainda mais importante. Ao contrário de outras áreas do país, o território fluminense tem uma relação forte com a produção de gás natural, especialmente no Norte. O desenvolvimento do setor serviu como alicerce para o crescimento da região. Criou empregos, desenvolveu a industria local e aumentou a demanda de serviços e bens.

Desse modo, torna-se evidente que o investimento no setor de gás natural representa também um investimento no desenvolvimento de uma região. Essa opção pode, então, ser muito benéfica para os municípios que optarem por ela.

Mas a importância do mercado de gás natural no Rio de Janeiro vai além do desenvolvimento regional. É também uma questão de trazer equilíbrio para a matriz energética do país. Uma vez que, no momento, apóia-se principalmente em fontes de energia renováveis, como energia hidrelétrica.

No entanto, muitas dessas fontes não são confiáveis em qualquer condição climática. Assim, nesse ponto, o gás natural emerge como uma alternativa que pode trazer segurança para a matriz energética do país, representando uma oportunidade de fonte de energia que não depende de um clima específico (ao contrário, por exemplo, da energia eólica, que depende da incidência do vento sobre a região em que é instalada).

O potencial do Rio de Janeiro para esse setor

Uma vez que fica claro que o mercado de gás natural pode trazer muitos benefícios para o Rio de Janeiro, é preciso compreender todo o potencial que a região oferece para esse setor. E, para isso, é necessário pensar no futuro.

A indústria de óleo e gás brasileira, atualmente, está focada em previsões em relação ao pico de demanda, que as estimativas sugerem que vá ser atingido entre 2030 e 2050. Nesse contexto, a indústria química será responsável por uma parte significativa do crescimento da demanda de petróleo, de acordo com a Agência Internacional de Energia.

Outro ponto importante é a ameaça dos impactos ambientais que ronda a indústria. O gás natural, ao usar substâncias como etano como matéria-prima, diminui a emissão de gases efeito estufa. Sendo assim, é uma alternativa ambiental mais viável.

O Rio de Janeiro, por ser bem posicionado para aproveitar todo o potencial do pré-sal, é uma região ideal para o desenvolvimento desse setor. Por isso, ele pode ser crucial para conciliar as transformações no mercado de óleo e gás com a indústria química.

Desse modo, o mercado de gás natural no Rio de Janeiro possui excelentes perspectivas. E a melhor forma de se manter informado sobre inovações nesse setor é com uma empresa especializada em soluções para a área de energia, como a Infotec Brasil. Para saber mais, visite nosso site.


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